Automatização de casas pode ser feita de maneira prática

 

A modernidade sempre traz novidades que em geral são muito bem recebidas pelo público, com os avanços tecnológicos a vontade de estar por dentro dos últimos lançamentos está levando alguns brasileiros a não esperar o mercado lançar os seus próprio produtos, e assim acabam utilizando os próprios recursos para usufruir do que a tecnologia já pode proporcionar, mas que não está à venda nas vitrines.

Uma casa que automaticamente acende as luzes da entrada, regula o nível do ar condicionado em uma temperatura ideal e toca uma música antes que a porta seja aberta são privilégios que poucos podem usufruir.

Ao contrário do que pensa muita gente, os poucos brasileiros que aproveitam essas vantagens não precisam gastar muito. Esses recursos tecnológicos podem ser adquiridos de maneira mais acessível e usados por quem entende do assunto para gerar mais soluções na vida diária de uma pessoa.

Buscar os componentes e sensores em lojas na rua Santa Efigênia ou sites chineses é o itinerário de compras para os brasileiros que estão criando as suas próprias casas inteligentes. Uma casa com tarefas automatizadas vai além da comodidade, com um conhecimento atualizado de tecnologia quem pode não quer esperar que as ferramentas lançadas no exterior cheguem no país.

O objetivo também é tornar mais democrática as novidades. De acordo com o designer Marcelo Lopes, criador de um canal do ramo no YouTube, o seu objetivo é ensinar as pessoas a se automatizarem com um custo bem acessível.

Em sua casa no sul de Minas Gerais, em São Lourenço, há cerca de um ano Lopes começou a automatizar alguns recursos. Através de um sistema que é controlado por voz, ele colocou senhas na fechadura da porta de casa, sensores nas luzes e transformou o seu aparelho celular em um controle remoto universal. 90% dos materiais usados foram comprados em sites chineses, foram gastos menos de 200 reais conforme relata Lopes.

Para quem não entende de programação existem maneiras de automatizar uma casa com algumas adaptações com produtos inteligentes vendidos no mercado. O engenheiro Luís Leão, 35, por exemplo, adquiriu lâmpadas inteligentes, fechadura eletrônica importada e um sistema de vigilância conectado para o seu apartamento na cidade de São Paulo.